Seja bem vindo ao Celeiro do Norte, Sinop/MT, 11/11/2019
09 de Outubro de 2019 - 13:02
FOGO CRUZADO
Rede Esgoto de Televisão

Domingo (6), durante a exibição do programa Globo Rural, ficou escancarada a linha de extrema-esquerda da emissora, ao abordar a atividade agropecuária da cidade de Paraupebas, no Pará. A reportagem apontou que, apesar da redução do desmatamento e das novas técnicas adotadas pelos pecuaristas, a situação é alarmante. Os repórteres fiscalizaram o transporte ilegal de toras e, pasmem, enfocaram que o “arroto” do boi exala o gás metano. O ápice ficou quando os apresentadores citaram a grande quantidade de pastagens degradadas e cobraram desmatamento zero, ou seja, produzir sem derrubar nenhuma árvore a mais. Para eles, não há o direito de propriedade. A Globo, no afã dos seus interesses ideológicos e econômicos contrários aos interesses da população brasileira, rasgou literalmente o Novo Código Florestal, que garante de forma legal e legítima, o uso agropecuário de 20% da propriedade rural inserida na Floresta Amazônica e 65% no Cerrado. Claro que os grandes proprietários que detêm pastagens degradadas, estes não precisam desmatar, mesmo que a lei assim o permita. Porém aqueles proprietários, grandes, médios ou pequenos, que ainda não desmataram o percentual permitido, não será a Rede Globo, a Greta ou qualquer outro “ambientalóide” que irá sobrepor nossas leis e interferir ilegalmente nas propriedades privadas alheias. A terra é o maior patrimônio do produtor. Cada um na sua atividade agrícola ou pecuária cuida da sua terra para que ela fique cada vez mais produtiva, porque é da terra que cada produtor tira o seu sustento e das gerações futuras.  Precisamos nos levantar à Globo, ou melhor, à Rede Esgoto de Televisão, e seus comparsas, que querem nos escravizar e condenar a pobreza e submissão.

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