Seja bem vindo ao Celeiro do Norte, Sinop/MT, 11/11/2019
09 de Outubro de 2019 - 13:03
FOGO CRUZADO
O Brasil aparelhado

No período que o PT governou o Brasil, de janeiro de 2003 a agosto de 2016, ocorreu a maior roubalheira da história da humanidade, com ênfase ao mensalão, petrolão e ao maior aparelhamento das instituições. Atualmente, STF, STJ, TCU, universidades e tantas outras autarquias e instituições estão com indicados a serviço do lulopetismo. O presidente Jair Messias Bolsonaro (PSL) encara verdadeira guerra, uma patrocinada pela grande mídia nacional liderada pela Rede Globo, Folha e, por último a Veja, comprometida com o projeto de poder comunista e corrupto interrompido pelas eleições de 2018. O ódio vermelho se mantém em várias frentes e cabe aos patriotas brasileiros o dever do posicionamento contrário a esta campanha difamatória em pleno curso. Como ilustração, fica a decisão do ministro do TCU, Vital do Rêgo, que mandou suspender a propaganda do pacote anticrime.


Vital do Rêgo é esquerdista, indicado ao posto pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2014, e com o apoio da parte podre do MDB, capitaneada pelo senador Renan Calheiros. Este ministro responde inquérito na Lava Jato envolvendo indícios de corrupção e lavagem de dinheiro na Justiça Federal do Paraná. O inquérito foi aberto em maio de 2016. São muitos os fatos que envolvem Vital do Rêgo, alvo de mandado de busca e apreensão em operação da Lava Jato há três anos. Em delação, o ex-senador petista Delcídio do Amaral disse que Vital pediu propina para impedir convocações de empreiteiros na CPMI da Petrobras, em 2014, quando o hoje ministro era senador e presidia a comissão. Léo Pinheiro e outros executivos da OAS confirmaram repasses. Gustavo Xavier Barreto, da Andrade Gutierrez, também relatou que participou de um encontro com a presença de Vital em que ficou claro que a CPMI não poderia “prejudicar as empreiteiras”.


Raquel Dodge, ex-procuradora-geral da República, escreveu o seguinte em ofício ao STF:


“Registre-se que o repasse de valores espúrios a Vital do Rêgo, travestido de doação eleitoral oficial, foi usado para camuflar a real intenção das partes, tratando-se de nítido negócio simulado para encobrir a formalidade de transferência de recurso, que não era outro senão adimplir a vantagem indevida e viabilizar a blindagem da convocação dos executivos à CPI da Petrobras. Com efeito, a doação oficial em tais casos pode configurar mecanismo de dissimulação para o repasse de dinheiro ilícito, fruto de corrupção, o que caracteriza o delito de lavagem de capitais. A Justiça Eleitoral foi apenas o instrumento utilizado para o fim de dissimular a origem espúria e criminosa.”


Depoimentos indicam pagamentos de R$ 3 milhões a Vital por meio de celebração de contratos fictícios. Por meio de doação oficial, o chamado caixa um, ele teria recebido mais R$ 1 milhão. O momento exige que os brasileiros rompam o silêncio para contrapor o barulho dos corruptos.

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