Seja bem vindo ao Celeiro do Norte, Sinop/MT, 20/09/2018
12 de Setembro de 2018 - 10:27
IMEA
MT finaliza colheita da safrinha de milho; 81% da produção foi vendida

A colheita de milho segunda safra foi encerrada em Mato Grosso na última sexta-feira (7/9), segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O sudeste e o centro-sul do Estado foram as últimas regiões a colher. Uma semana antes, a retirada do cereal do campo alcançava 99,6% e 99,9% da área plantada, respectivamente. De acordo com o Imea, na safra 2017/18 o milho foi cultivado em 4,617 milhões de hectares em Mato Grosso. A comercialização da segunda safra de milho atingiu em agosto 81,2% da produção estimada no Estado, de 27,390 milhões de toneladas. Os dados do Imea, representam avanço de 6,3 pontos porcentuais em relação ao apurado no fim de julho.


Um ano atrás, a negociação da safrinha chegava a 79,5% da produção; a média dos últimos cinco anos foi de 73,4%. "As vendas foram impulsionadas, principalmente, no mercado interno, dada a intensificação dos confinamentos e da necessidade do cereal em outros Estados, o que possibilitou um preço médio de R$ 23,86/saca", disse o Imea em boletim. A negociação antecipada do cereal de inverno do ciclo 2018/19 também está adiantada na comparação anual. Hoje corresponde a 24,2% da produção estimada, de 27,390 milhões de toneladas, avanço de 9,89 pontos porcentuais ante o apurado no fim de julho. Em igual época do ano passado, produtores do Estado ainda não tinham começado a vender a produção que seria colhida em 2018.


A média dos últimos cinco ano foi de 13,05%, conforme o instituto. "O principal fator do aumento das negociações (da safrinha 2019) foi a valorização do dólar, que alcançou patamares acima de R$ 4,10, além de melhores cotações do cereal na Bolsa de Chicago durante a primeira quinzena do mês", explicou o Imea. A entidade ponderou, contudo, que as indefinições quanto ao frete rodoviário "continuam sendo um fator de peso que deve ser levado em consideração na realização dos negócios". Disse ainda que a questão é um "fator de alerta que pode trazer impactos" às exportações de milho em setembro.

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