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18 de Setembro de 2018 - 14:24
VICE-PRESIDENTE
“Nilson será meu sucessor no Senado”, aponta Ana Amélia

Cumprindo agenda em Cuiabá nesta segunda-feira (17), a candidata a vice-presidente da República pela chapa de Geraldo Alckmin (PSDB), senadora Ana Amélia (PP), pediu votos para que o candidato, Nilson Leitão (PSDB), seja seu sucessor no Senado Federal. De acordo com a progressista, Nilson possui trânsito e articulação para trabalhar na defesa dos interesses de Mato Grosso e do agronegócio em Brasília. “Como senadora, acompanho o trabalho dos deputados federais. Participei de muitas sessões conjuntas no Congresso Nacional. E o que admiro no Nilson é a coragem para defender os interesses não apenas de Mato Grosso, mas do Brasil. Ele é uma voz firme na defesa da agricultura e pecuária brasileira. Afinal, ele liderou durante muito tempo a principal bancada no Congresso Nacional, que é a bancada ruralista, e a Frente Parlamentar da Agricultura (FPA)”, lembrou Amélia.


De acordo com a candidata, o setor é estratégico para a economia do país e precisa ser tratado com responsabilidade no Senado Federal. “O que seria do nosso país se não fosse a produção agropecuária? Não teríamos o superávit da balança comercial, nem café da manhã, almoço e janta. Somos gratos pelo trabalho dos agricultores familiares, dos assentados e cooperados. Por isso, acredito que Mato Grosso e o Brasil precisam dessa voz forte lá no Senado, onde presidi a Comissão de Agricultura. Nilson será meu sucessor na defesa do setor”, apontou.


Em contrapartida, Nilson destacou a atuação de Ana Amélia como senadora e o trabalho realizado por Alckmin em São Paulo, estado que possui 19 das 20 melhores rodovias do Brasil. “Mato Grosso é considerado o celeiro do Brasil. Mas temos grandes dificuldades para escoar nossa safra. Tenho certeza de que com Alckmin e Ana Amélia conseguiremos concluir da BR-163 e fazer com que os trilhos da Ferronorte cheguem até Cuiabá”, assegurou.


Tais investimentos, segundo Nilson, darão condições para que Mato Grosso e o Brasil se tornem mais competitivos no cenário internacional. Nas últimas décadas, especialmente no final da década de 1990, os maiores complexos agroindustriais do país, procedentes do Sudeste e do Sul do Brasil, deslocaram-se para Mato Grosso em busca de maior proximidade à matéria-prima, visando a redução dos custos de transportes. No entanto, dados do Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (DNIT) revelam que o Estado possui aproximadamente 5.470 km de rodovias federais, dos quais 4.220 km estão pavimentados e 1.250 ainda não. “Sabemos que 30% do valor da saca de soja referem-se ao custo do frete. Por isso defendo que o Governo Federal invista pesado nos nossos corredores de escoamento. A Ferronorte, por exemplo, transporta anualmente 15 milhões de toneladas de grãos e farelo. O projeto é de que ela chegue a 35 milhões de toneladas em 2025. E eu vou trabalhar incansavelmente por isso”, comprometeu-se.

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