Seja bem vindo ao Celeiro do Norte, Sinop/MT, 11/12/2018
10 de Outubro de 2018 - 09:42
ELEIÇÕES 2018
Resultado das urnas desmente pesquisas eleitorais

O resultado das urnas no domingo (7) desmascarou o grande esquema montado e patrocinado com dinheiro público, que objetiva manter o atual sistema político corrupto, implantado no Brasil desde 2003, e garantir ao PT o quinto mandato presidencial. Desde o início da campanha eleitoral, os institutos Datafolha, de propriedade do Grupo Folha de São Paulo (braço articulado do PT), e IBOPE, contratado pela Rede Globo, apresentavam números falsos de pesquisas de intenção de voto que eram utilizados por repórteres, comentaristas e articulistas para confundir o eleitor e tentar, em última análise, mudar sua opinião.


Uma verdadeira lavagem cerebral foi imposta aos eleitores, paralela a uma campanha difamatória contra o presidenciável Jair Messias Bolsonaro (PSL), acusando-o, dentre outras mentiras, de homofóbico, racista, machista, nazista e autoritário. O objetivo era destruir sua imagem, apresentando-o como um “perigo” à nação, e transformando o seu adversário, Fernando Haddad (PT), em “bom moço”, desviando ainda o foco de que ele nada mais é do que o representante, o preposto, o poste do criminoso, presidiário e condenado, Luiz Inácio Lula da Silva, o chefe supremo do maior esquema de ladroagem de dinheiro público e coação política da história do Brasil.


Os números sustentam e provam a tese exposta. Vejamos. Na última semana do pleito eleitoral, ambos os institutos divulgaram pesquisas, confira os resultados.  Pesquisa do Datafolha do dia 4 de outubro, três dias antes da eleição: Bolsonaro 35%, Haddad 22%. A do IBOPE do dia 6 de outubro, um dia antes da eleição: Bolsonaro 36%, Haddad 22%. Estas pesquisas também indicavam que nos votos válidos Bolsonaro teria 38% dos votos válidos e Haddad 28% dos votos válidos.  A votação oficial, ainda que contestada por inúmeras denúncias de supostas fraudes (eleitor ao apertar o 1 já aparecia o 13), apresentou o seguinte resultado: Bolsonaro 46,03% (49.276.897 votos) Haddad 29.28% (31.341.997 votos). Ficou evidenciado que o grande serviço dos institutos de pesquisas foi para combater os adversários políticos que se opõem ao atual sistema.


As pesquisas também erraram na maioria dos resultados para governador e senador, com ênfase em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Em Mato Grosso, o fenômeno também se repetiu para a eleição de senador. No dia 5 de outubro, a pesquisa do IBOPE apontou que Jayme Campos estava em 1º lugar, com 37% dos votos totais, e a Juíza aposentada Selma Arruda em 2º lugar, com 27% dos votos totais. O resultado da urnas mostrou Selma em 1º lugar com 24,65% (678.542 votos) e Jayme Campos em 2º lugar com 17,28% (490.699 votos). A reportagem do Celeiro expôs os números acima para registrar a falta de credibilidade existente também nos institutos de pesquisas e na grande mídia nacional. Agora até o dia 28 de outubro, a grande mídia nacional (TV Globo, G1, O Globo, G1, Globo News, Uol, Folha de São Paulo) continuarão fazendo o papel sujo da campanha eleitoral por interesses particulares. Confira os motivos.


O preço do serviço sujo


Conforme reportagem divulgada no dia 30 de junho de 2015 pelo Jornal Folha de São Paulo (ferrenho defensor do PT), Lula e Dilma, entre os anos de 2003 e 2014, gastaram em propaganda, R$ 13,9 bilhões. Dinheiro este arrecadado por meio de uma das mais pesadas cargas tributárias do planeta. A rede Globo abocanhou o maior volume, R$ 6,2 bilhões, afora as suas afiliadas nos demais estados brasileiros.


Internet


Apenas no ano de 2014, O portal UOL, que pertence ao Grupo Folha, recebeu R$ 14,7 milhões. Já o G1 e o portal Globo.com receberam R$ 13,5 milhões.


Jornais impressos


Entre 2003 e 2014, os jornais impressos receberam do governo federal, R$ 2,1 bilhões com propagandas de Lula e Dilma. Do total, R$ 730,3 milhões, 35%, foram destinados a apenas quatro publicações: O Globo, Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Valor Econômico. O jornal impresso agraciado com a maior verba em 2014 foi O Globo: R$ 21,5 milhões. A versão digital desses impressos que mais recebeu verba em 2014 foi o jornal O Estado de S. Paulo, seguido por O Globo, com R$ 2,7 mi e R$ 2,4 mi, respectivamente. A Folha de S. Paulo recebeu R$ 2,1 milhões e o Valor, R$ 288 mil, apenas 10,5% do valor destinado ao Estadão.


Revistas


Entre as revistas, a semanal Veja recebeu em 2014, R$ 19,9 milhões. Somadas as verbas de publicidades feitas por empresas estatais, Veja recebeu mais de R$ 700 milhões nos governos Lula e Dilma. Abaixo dela vem a Época, com R$ 168, 4 mi, a IstoÉ, com R$ 145,4 mi e a Carta Capital recebeu R$ 61 milhões. 

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