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20 de Fevereiro de 2020 - 09:29
SORRISO
Comitê de Gestão Hídrica e Esgotamento Sanitário discute atuação de concessionária

O prefeito Ari Lafin convocou, na quarta-feira (19), uma reunião com o Comitê de Gestão Hídrica e de Esgotamento Sanitário de Sorriso, representantes da empresa Águas de Sorriso e da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Município (Ager). Em pauta esteve o pedido de intervenção da concessão do serviço de abastecimento de água e esgoto do município, requerido pela Câmara de Vereadores. “Nesta reunião fizemos algumas críticas diretas a empresa Águas de Sorriso, ouvimos seus representantes e protocolamos um documento com alguns requerimentos que julgamos necessários. Com a resposta deste documento, a procuradoria do município irá emitir um parecer para que o prefeito tenha embasamento para definir o futuro do serviço de abastecimento de água e esgoto de Sorriso”, explicou o presidente do comitê e secretário municipal de Administração, Estevam Calvo.


No documento entregue a Eduardo Lopes Barbosa e Tiago Holz Coutinho, representantes da empresa Águas de Sorriso, a Administração Municipal solicita um relatório com demonstrativo da atual estrutura da empresa, visando à análise do atendimento do padrão para o fornecimento de água e esgoto em comparação ao consumo real e a demanda. Assinado pelo procurador geral do município, Daniel Henrique de Melo, o ofício ainda requer os resultados das análises realizadas na água fornecida à população; os demonstrativos da estrutura existente para o atendimento em caso de emergência para manutenção e fornecimento de água; a comprovação das condições da concessionária para o restabelecimento no fornecimento de água nos casos fortuitos.


Ainda no documento entregue nesta manhã, a Prefeitura solicita um relatório como o cronograma dos investimentos que serão realizados pela concessionária, além da lista com os serviços já contratados para o abastecimento de água e esgotamento sanitário; um relatório da composição integral do preço da tarifa de água cobrada pela concessionária e a apresentação dos balancetes contábeis físicos dos últimos cinco anos, bem como o balancete mensal dos últimos 12 meses. “Levando em conta os aspectos do visível e acentuado descontentamento dos munícipes em relação à prestação deste serviço, estou sempre cobrando mais ações e mais agilidade nas resoluções dos problemas relativos ao fornecimento de água e esgoto. Cada autarquia deve assumir sua responsabilidade para resolver de verdade os problemas. A Prefeitura tem feito a sua parte e precisamos cobrar da empresa, analisar os dados e defender os interesses da sociedade”, frisou Lafin.

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