Seja bem vindo ao Celeiro do Norte, Sinop/MT, 13/12/2017
2014-10-29 de 12 de
Ditadura esquerdista

Após três derrotas consecutivas e opositor feroz do PSDB, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) renova a fórmula petista de perpetuação do poder. O Bolsa Família, que deveria ser um programa de Estado e não de governo, mantém cativo aos interesses petistas um contingente eleitoral de 40 milhões de votos, configurando-se no maior curral eleitoral do planeta.



Inicialmente, o mensalão instalado no primeiro mandato presidencial de Lula, garantiu a compra do apoio da maioria dos congressistas, dizimando as diferenças políticas existentes até então, entre José Sarney (PMDB), Fernando Collor de Melo (PTB), Paulo Maluf (PP) e Lula. Os que eram ideologicamente adversários tornaram-se aliados na arte espúria de assaltar a nação e golpear a democracia.


No governo da “gerentona” Dilma Rousseff (PT), a tática de amealhar dinheiro público sem deixar rastro da roubalheira foi o aparelhamento das estatais e dos bancos públicos. O Petrolão é apenas a ponta do iceberg que ameaça o futuro da nação brasileira.


Como recado de quem quer mostrar nas entrelinhas, o real projeto de poder, Lula e Dilma distribuem dinheiro e obras a países de governos que manipulam a democracia ou são ditatoriais declarados. O ímpeto de implantar no Brasil uma ditadura de esquerda mostra-se latente através das parcerias políticas de Lula e Dilma na América, com Evo Morales da Bolívia, Hugo Chaves (in memorian) da Venezuela e os ditadores irmãos Castros de Cuba.


Com a massa populacional marcada na paleta e o Estado aparelhado, nada pode deter o rolo compressor do PT. Quando surge um oponente capaz de por em risco a permanência no poder, a tática nazista de demonização é colocada a serviço do novo regime que silenciosamente cala o clamor das ruas.


Na tênue hipótese de terem seus atos ilícitos julgados pela Corte Brasileira, outro ingrediente na fórmula eficaz, a indicação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A partir de 2016, Gilmar Mendes será o único ministro a não ter sido indicado por um presidente do PT.


Este é o Brasil, antes do futuro, agora do medo, com o povo empurrado à pobreza, virando massa de manobra, o Estado aparelhado e a justiça atrelada. Nesta democracia pela metade, cabe a todos que amam esse País não nos dispersarmos e, num ato de grande civismo, lutarmos irmanados pela nova libertação do Brasil, a libertação do câncer PT.


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